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Risen alcança 30,99% de eficiência com células solares tandem HJT-Perovskita!

Notícias da empresa
2025-03-12

Abrindo novos caminhos na inovação solar! A tecnologia HJT (Tecnologia de Heterojunção) da Risen, quando combinada com uma célula de perovskita em uma estrutura tandem, alcançou uma impressionante eficiência de 30,99%!

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Esse marco não só solidifica a liderança tecnológica da Risen, mas também abre caminho para maior desempenho, menor LCOE (Custo Nivelado de Energia) e soluções fotovoltaicas mais ecológicas à transição energética global.

1. O que são células solares tandem?

As células tandem consistem em um empilhamento de 2 ou mais células com diferentes tecnologias. Por esta razão, essas células são também denominadas como células multijuncão. Em células tandem, diferentes materiais aproveitam partes distintas do espectro da luz, permitindo que absorvam de forma mais intensa todo o espectro da luz.

Os materiais da camada superior, como a perovskita, absorvem a faixa de comprimentos de onda curtos, e que possuem alta energia, como a luz azul e a ultravioleta, enquanto os materiais da camada inferior, neste caso o silício, capturam melhor a luz de baixa energia e de comprimentos de onda longos, luz vermelha e infravermelha, por exemplo. Desta forma, aproveitando mais a luz incidente na célula, o que resulta em maiores eficiências.

O teto teórico de eficiência para células de junção única, como as células convencionais de silício, é de cerca de 33%, conhecido como limite de Shockley-Queisser, enquanto estruturas tandem com múltiplas junções podem elevar esse limite para mais de 44%.

2. Por que as células tandem HJT-Perovskita são revolucionárias?

• Maior potencial de eficiência e menor degradação
Entre as tecnologias solares comerciais, as células HJT já alcançam eficiências de ponta e possuem menor degradação linear de potência e menor perda de potência devido a temperatura, tornando-as a base ideal para a integração tandem.

• Melhor conectividade elétrica
As células HJT utilizam Óxido de Índio Estanho (ITO) como camada condutora transparente (TCO), que simplifica a conexão entre as células empilhadas, melhorando o desempenho geral, ao contrário das tecnologias BC, TOPCon e PERC, que dependem de camadas isolantes.

• Fabricação sustentável
As células solares HJT apresentam menor pegada de carbono menor, dada a redução no consumo de materiais e menor uso de energia e água durante a sua produção, demonstrando benefícios ambientais significativos e posicionando-a como a tecnologia fotovoltaica mais sustentável atualmente.

• 100% de compatibilidade com a linha de produção
As linhas de produção existentes de células HJT contam com compatibilidade tecnológica voltada para o futuro, permitindo a integração direta de equipamentos para células de perovskita, sem necessitar de modificações. Através da expansão modular de equipamentos, a coprodução de células de perovskita e células à base de silício pode ser realizada na mesma linha, mantendo as operações existentes. Essa abordagem protege os investimentos anteriores e maximiza a utilização da linha de produção.

• Avanços na tecnologia de módulos
A tecnologia de interconexão sem estresse por baixa temperatura Hyper-Link da Risen supera as limitações dos processos tradicionais de encapsulamento de módulos:
• Processamento a baixa temperatura (<150°C) que se alinha com a sensibilidade térmica dos materiais de perovskita.
• Laminação sem estresse que garante a integridade estrutural das arquiteturas de filme fino.
• A eficiência da conexão em série de células multijunção pode exceder 28%, impulsionando o desempenho fotovoltaico de próxima geração.

3. Desafios da perovskita: o caminho para a comercialização

Apesar de suas vantagens, a tecnologia de perovskita ainda enfrenta alguns desafios críticos:
• Durabilidade: as células de perovskita atuais se degradam rapidamente sob exposição a UV e umidade (vida útil <5 anos vs. 30+ anos do silício). A Risen esta  sendo pioneira em nanoencapsulamento e no desenvolvimento de materiais autorreparáveis para solucionar esse problema.
• Complexidade de fabricação: manter a uniformidade do filme de perovskita em escala requer técnicas avançadas de deposição.

4. Perspectivas futuras: o que vem a seguir para a Risen Energy?

A Risen já está traduzindo o sucesso de laboratório em impacto no mundo real:
• Primeira entrega de módulo HJT de 730W: Em janeiro de 2025, a Risen completou um embarque de 100MW de módulos HJT Hyper-ion Pro 730W para a Espanha — o primeiro projeto mundial com implantação de 730W+.
•Roteiro para 2025:
• Potência do módulo HJT → 740W com eficiência da célula 26,8%
• Produção piloto tandem → protótipos de 800W
• Visão para 2027: Lançar módulos tandem de perovskita com mais de 850W e degradação anual inferior a 0,25%.

Mais uma vez, a Risen acelera o futuro para o mercado, liderando a inovação em tecnologias fotovoltaicas.

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